Você pode falar agora!
Este comercial, criado para a CyberMentors, uma ONG britânica que se empenha em dar suporte a jovens que sofrem assédio moral ou são coagidos de qualquer outra forma, foi proibído de veícular na televisão britânica. A campanha, usa como referência a jovem estudante Megan Gillan, que se matou depois de enfrentar assédio moral contínuo em um site de relacionamento (Bebo) e na escola em janeiro do ano passado. Pelo visto, o filme parece um pouco forte demais para os conservadores britânicos… Tire suas próprias conclusões!
Sobre diplomas…
Não me lembro de ter tratado deste assunto aqui, mas gostaria de deixar claro minha posição diante da discussão.
Sou a favor da obrigatoriedade do diploma.
Sou a favor da qualidade e da evolução do jornalismo.
Sou a favor da credibilidade jornalística que querem tirar de nós.
Sou a favor da verdade…
PS: Com a medida, estou pensando em anunciar no “Mercado Livre” o meu diploma. Alguém se interessa… Troco por duas mariolas e uma caneta usada…
Não entendeu? Leia aqui.
Meia-entrada causa polêmica
A Comissão de Educação do Senado aprovou ontem projeto de lei que restringe o direito à meia-entrada em salas de cinema, shows e demais eventos culturais ou esportivos no país. O projeto impõe cota de 40% da lotação de cada espetáculo para a meia-entrada, que passa a valer só para estudantes matriculados no ensino regular, do básico à graduação superior. A meia-entrada e a cota serão controladas pelo futuro Conselho Nacional de Fiscalização, Controle e Regulamentação da Meia-Entrada e da Identificação Estudantil, vinculado à Secretaria-Geral da Presidência da República. A impressão das carteirinhas provavelmente será feita pela Casa da Moeda.
De autoria da senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), o projeto prevê o desconto de 50% do valor do ingresso também para pessoas com mais de 60 anos. Mas ainda precisa ser aprovado em segundo turno na comissão para depois, caso não haja requerimento para votação em plenário, ser enviado à Câmara. De lá, se não houver modificação, o texto segue para sanção presidencial. Mas se for modificado, retorna ao Senado. A estimativa é que a medida não entre em vigor antes do segundo semestre do próximo ano. O assunto é polêmico e opôs estudantes, de um lado, e artistas e produtores culturais, do outro.
Contrária à fixação da cota, a União Nacional dos Estudantes (UNE) prometeu mobilizar caras pintadas e resistir à medida nas próximas votações no Congresso.
MEC estuda alterar curso de Jornalismo
O Ministério da Educação (MEC) quer alterar a estrutura do curso de Jornalismo para permitir que outros profissionais possam atuar na área sem cursar integralmente uma faculdade de Comunicação. A idéia é permitir que, por exemplo,um economista possa fazer apenas as disciplinas de um “núcleo duro”, algo em torno de dois anos, para obter o diploma.

