Marina Silva no JN
Confira a entrevista da senadora Marina Silva no Jornal Nacional, desta terça-feira, 10/08.
Hora do Planeta
Imagine as principais capitais mundiais e seus pontos turísticos sem iluminação. Pois no dia 27 de março, é isso que vai acontecer: o cenário das cidades ao redor do mundo será bem diferente do que o usual. Das 20h30 às 21h30, 2.383 cidades em 117 países participarão da Hora do Planeta 2010 e irão desligar as luzes de seus monumentos mais conhecidos e maiores construções para mostrar a preocupação com as mudanças climáticas e a degradação ambiental. No total, serão 812 ícones sem luz. E o Barril de Porva, pelo segundo ano, adere à causa. Leia Mais…
Contra trangênicos, Greenpeace divulga arte em campo de arroz
O Greenpeace divulgou nesta quarta-feira fotos de um campo de arroz na Tailândia cultivado de forma orgânica por voluntários e agricultores locais. A divulgação das fotos tem como objetivo chamar a atenção dos governos asiáticos para as “ameaças da engenharia genética e da mudança climática”. O campo ocupa uma área de 16 mil metros quadrados, na qual foi feito um desenho de camponeses colhendo o arroz. Segundo a entidade, a “Rice Art” foi criada nas planícies centrais da Tailândia, “reconhecida como uma das regiões mais férteis do Sudeste Asiático para a produção de arroz”. O desenho foi feito usando duas variedades de arroz orgânico de cores diferentes.
Mais uma do Greenpeace…
O pessoal do Salvar o planeta. É agora ou agora!, do Greenpeace, inventou mais um jeito de ser sustentável: o Black Pixel! É um quadradinho preto que você instala no computador e que economiza watts, ou melhor, 0,057 watts/hora.
Insignificante, não? Assim como o quadradinho na sua tela! Mas, se todo mundo aderir, a ideia deve contribuir para a diminuição da temperatura do planeta. Até agora, 2784 watts foram economizados com o Black Pixel, ou o equivalente a 23 microcomputadores ligados por uma hora, ou ainda 31 geladeiras desligadas pelo mesmo período. Quer tentar?
A Hora do Planeta
No dia 28 de março a WWF realiza mais um “A Hora do Planeta”. O movimento é um “apelo” criado pela ONG onde a idéia principal é desligar todas as luzes durante uma hora, à partir das 20h30. No ano passado foram 371 cidades que aderiram à causa desligando suas luzes e tentando, assim, ajudar a diminuir os riscos de um já provável aquecimento global. O Barril de Porva aderiu à campanha neste ano.
A adesão à Hora do Planeta se caracteriza pelo apagão de ícones espalhados pelo mundo – como o Merlion, de Cingapura; o show Sinfonia das Luzes, em Hong Kong ; a Nova Torre Mundial Hong Kong, em Xangai; a Torre Eiffel, em Paris; a estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro; o prédio da Ópera, em Sydney; a Montanha da Mesa, na Cidade do Cabo; a Torre CN, em Toronto; e o Grande Cassino MGM ,em Las Vegas.
Em 2009 já foram confirmadas as participações de 538 cidades de 75 países. E você? Ajude! Basta desligar as lâmpadas por uma hora. Faça a sua parte.
PS: Antes que alguém me pergunte…. Não, eu não me tornei um ECO-CHATO, só achei a idéia interessante.
Kindle grátis, a solução?
Se o New York Times desse de presente para cada um de seus assinantes um Kindle 2 (o livro eletrônico da Amazon.com que permite que você receba o conteúdo do jornal online), iria gastar metade do dinheiro que gasta hoje para imprimir e entregar o jornal na casa dos leitores.
Quem fez a conta foi um blog americano de negócios chamado The Business Insider. Os números da operação do jornal mais importante do mundo são sigilosos, mas o blog apurou que eles gastam algo como 644 milhões de dólares por ano para imprimir papel e mandá-lo para a casa dos leitores. Dar o Kindle de presente custaria apenas 297 milhões.
A idéia do blog não é sugerir a sério que o New York Times faça a troca – é apenas mostrar o quanto a velha indústria de imprimir informação em papel é cara e ineficiente, sem contar seu tremendo impacto ambiental. Olhando para esses números, e também para o apuro financeiro pelo qual o New York Times e quase todos os jornais americanos estão passando, atolados em dívidas e prejuízos, é difícil escapar da conclusão de que os tempos dos jornais de papel estão mesmo perto do fim. É só questão de alguém inventar um livro eletrônico realmente bom. Não. O Kindle 2 ainda não é “realmente bom”.


